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Antonio Nóbrega lança álbum RIMA

By Antonio Nóbrega | 23 outubro 2019 | Sem Comentários

Novo trabalho do artista traz composições inéditas e autorais, inspiradas nas formas poéticas rimadas brasileiras. O lançamento será marcado por Show na Casa Natura Musical. Álbum é primeiro lançado em doze anos, período em que Nóbrega se dedicou à criação de projetos voltados à dança brasileira

Foto: Silvia Machado

RIMA – novo álbum de Antonio Nóbrega – já está disponível nas principais plataformas digitais, com canções inéditas e autorais. Acesse em: https://tratore.com.br/smartlink/antoniorima No novo trabalho, o artista se inspira na poesia rimada brasileira, reunindo canções referenciadas em modalidades poéticas como a sextilha, a embolada e o galope beira mar. O repertório será apresentado ao público em um show na Casa Natura Musical, marcado para o dia 16/11 (sábado), mesma data em que será lançado o CD físico. Ingressos à venda aqui.

O álbum traz dez canções, compostas em parceria com os poetas e letristas Bráulio Tavares e Wilson Freire e o músico Rodrigo Bragança. O repertório foi construído ao longo dos últimos anos, período em que Nóbrega se dedicava prioritariamente à construção de espetáculos de dança. Com o novo trabalho, o artista aspira difundir a diversidade de modelos de estrofes e rimas criados pelos poetas populares, especialmente os da região nordestina, onde floresceu uma vasta gama de modalidades poéticas.

“Desde que tomei conhecimento da poesia popular brasileira, logo percebi que ela configurava um edifício simbólico de muitos andares”. Esse conhecimento se deu tanto por meio da sua convivência com repentistas e emboladores quanto pela leitura das obras dos grandes escritores e documentadores da poesia popular como Leonardo Mota, Câmara Cascudo e Mário de Andrade.

Entre as canções de RIMA está a Minha Voz não Silencia Porque Poeta não Cala, lançada em agosto como single do novo álbum. Com ritmo acelerado e mensagem urgente, a letra se insere dentro do espírito do “Grito do Mundo” e reafirma o compromisso da canção com as questões do tempo em que vivemos (clique aqui para acessar os links de streaming e compra do single).

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos oito anos. Em 1971 Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

SERVIÇO

Antonio Nóbrega lança álbum RIMA

Pré-vendas digitais: 25/10

Lançamento digital: 01/11

Lançamento físico: 16/11

Antonio Nóbrega no show RIMA

Casa Natural Musical

Data: 16.11.2019

Horário: 22:00h

Abertura da Casa: 20:30h

Ingressos: http://bit.ly/RIMA_CasaNatura_Ingressos

MESA – SETOR 1: R$ 90,00/ R$ 45,00 (meia-entrada)

MESA – SETOR 2: R$ 70,00/ R$ 35,00 (meia-entrada)

MESA – SETOR 3: R$ 50,00/ R$ 25,00 (meia-entrada)  

BISTRÔ MEZANINO: R$ 100,00/ R$ 50,00 (meia-entrada) 

CAMAROTE: R$ 120/ R$ 60,00 (meia-entrada) 

Mais informações: www.casanaturamusical.com.br 

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Casa Natura Musical

Rua Artur de Azevedo 2134 – Pinheiros – São Paulo/SP

Terça a sábado das 12h às 20h

Segundas e domingos, somente em dias de show

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Não realizamos parcelamento da Casa Natura Musical na bilheteria/pontos de venda. 

Classificação: 16 anos

REPERTÓRIO DO ÁLBUM

Minha voz não silencia porque poeta não cala (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

O Poeta é um fingidor (Antonio Nóbrega-Bráulio Tavares)

À Deriva (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Minha nau (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Meu Tempo (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Começo de tudo (Antonio Nóbrega-Rodrigo Bragança )

Na bola da embolada (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Sambeando (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Quem mandou matar Marielle? (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Bruma (Antonio Nóbrega-Bráulio Tavares)

 

REPERTÓRIO DO SHOW

Minha voz não silencia porque poeta não cala (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

O Poeta é um fingidor (Antonio Nóbrega-Bráulio Tavares)

À Deriva (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Minha nau (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Galope beira mar para Bispo do Rosário (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Volver a los diecisiete (Violeta Parra)

Começo de tudo (Antonio Nóbrega-Rodrigo Bragança)

Na bola da embolada (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Mourão (Guerra Peixe)

Meu Tempo (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Sambeando (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Três apitos (Noel Rosa)

Quem mandou matar Marielle? (Antonio Nóbrega-Wilson Freire)

Bruma (Antonio Nóbrega-Bráulio Tavares)

 

FICHA TÉCNICA DO ÁLBUM

Cleber Almeida (bateria)

Daniel Allain (flauta e sax tenor)

Edmilson Capelupi (violão de 7 cordas e guitarra)

Edson Alves (baixo e violão)

Jotagê Alves (clarinete e clarone)

Leo Rodrigues (percussão)

Olivinho (acordeom)

Zé Pitoco (clarinete e sax alto)

Coro na canção Começo de tudo:

Alisson Lima, Edmilson Capelupi, Leo

Rodrigues, Rodrigo Bragança e Zé Pitoco

Gravação e mixagem: Gustavo Vale

Masterização: Gato

Projeto gráfico e artes: Érica de Carvalho

Fotos: Silvia Machado

Direção de produção: Thereza Freitas

Gravado no Juá Estúdio,

São Paulo, em setembro de 2019.

Concepção e realização:

Antonio Nóbrega

Canções: Antonio Nóbrega com Bráulio Tavares, Wilson Freire e Rodrigo Bragança

Direção musical:

Edmilson Capelupi

Arranjos: Edmilson Capelupi e Edson Alves

 

ANTONIO NÓBREGA NAS REDES

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IMPRENSA ANTONIO NÓBREGA

Fotos em alta resolução, vídeos e agendamento de entrevistas

PRISCILA COTTA

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Antonio Nóbrega dedica seu novo espetáculo à poesia rimada

By Antonio Nóbrega | 22 abril 2019 | Sem Comentários

Em RIMA, o artista leva ao palco novas e autorais composições e relembra versos, canções e poemas de outros autores em seis apresentações no Itaú Cultural

Foto: Silvia Machado

As formas poéticas rimadas brasileiras são as grandes fontes de referência de RIMA, o novo trabalho de Antonio Nóbrega que estreia no Instituto Itaú Cultural no dia 03 de maio. Em seis shows, Nóbrega apresenta  composições inéditas e autorais – compostas em parcerias com os amigos letristas e poetas Bráulio Tavares e Wilson Freire – e relembra canções e poemas ligados ao imaginário poético popular brasileiro. Reunindo suas sextilhas, quadras, quadrões, galopes à beira mar, martelos agalopados, mourões e romances, o artista traz um repertório construído e guardado ao longo desses últimos anos em que se dedicava, prioritariamente, à construção de espetáculos ligados à dança.

Nóbrega afirma que uma de suas intenções com o RIMA é difundir a versátil gama de modelos de estrofes e rimas criados  pelos poetas populares, especialmente o da região sertaneja do nordeste brasileiro. “Desde que tomei conhecimento da poesia popular brasileira, logo percebi que ela configurava um edifício simbólico de muitos andares”. Esse conhecimento se deu tanto por meio da sua convivência com cantadores, emboladores e folheteiros quanto pela leitura das obras dos grandes escritores e documentadores da poesia popular como Leonardo Mota, Câmara Cascudo, Mário de Andrade, entre outros. Foi reunindo, portanto,  prática e estudo, conjugando-os ao seu talento de músico e compositor, que pode construir um misto de show, espetáculo, aula, sarau, recital… onde a grande estrela é a palavra a rimada. A palavra rimada que trata de questões e assuntos ligados tanto ao nosso universo individual quanto coletivo.

As apresentações estão marcadas para os dias 03, 04, 05/05 e 10,11 e 12/05 (sextas e sábados, às 20h, domingos às 19h). Nóbrega estará acompanhado dos músicos Edmilson Capelupi (cordas dedilhadas), Edson Alves, (cordas dedilhadas) Cléber Almeida (percussão e bateria), Léo Rodrigues (percussão e bateria), Olivinho (acordeom) e Zezinho Pitoco (clarinete, sax alto e zabumba). A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos a partir de uma hora antes do espetáculo.

 

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos oito anos. Em 1971 Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

 

SERVIÇO

Antonio Nóbrega apresenta o show RIMA

03/05 sexta às 20h
04/05 sábado às 20h
05/05 domingo às 19h
10/05 sexta às 20h
11/05 sábado às 20h
12/05 domingo às 19h

Entrada Gratuita: retirada de ingressos 1h antes da apresentação

Itaú Cultural – Av Paulista, 149

 

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: livre

 

Acessibilidade

Temos duas bilheterias, uma delas é dedicada às pessoas que têm direito a atendimento preferencial e imediato, de acordo com a lei nº 13.146/15:

Pessoas com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)

Pessoas com mobilidade reduzida

Pessoas com idade a partir de 60 anos

Obesos, grávidas, lactantes e pessoas com criança de colo

Público preferencial: uma hora antes do início das atividades

Público não preferencial: uma hora antes do início das atividades, um ingresso por pessoa

O público preferencial pode trazer um acompanhante. Os dois ingressos devem ser retirados no mesmo momento na bilheteria preferencial.

 

FICHA TÉCNICA

Criação e atuação (voz, violino, violão e bandolim)

ANTONIO NÓBREGA

Direção musical, arranjos e cordas dedilhadas

EDMILSON CAPELUPI

Arranjos e cordas dedilhadas

EDSON ALVES

Bateria e percussão

CLEBER ALMEIDA/LEO RODRIGUES

Acordeom

OLIVINHO

Clarinete, sax alto e zabumba

ZEZINHO PITOCO

Iluminação e Cenário

MARISA BENTIVEGNA

Criação e projeção do vídeo-cenário

GRISSEL PIGUILLEM

Figurino

CHRIS AIZNER

Som

GUSTAVO VALE E TUCA PRADELLA

Roadie

ADILSON SANTOS

Projeto Gráfico e Artes

ÉRICA DE CARVALHO

Fotos

SILVIA MACHADO

Vídeos para divulgação

ALEXANDRE AMENDOLA e LEANDRO CAPRONI

Comunicação e assessoria de imprensa:

AGÊNCIA FERVO – PRISCILA COTTA e NARA LACERDA

Direção de Produção

THEREZA FREITAS

Produção

TRULÉU PRODUÇÕES

Realização

ITAÚ CULTURAL

 

Redes Sociais Antonio Nóbrega

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Prorrogado prazo para participação da campanha Jacob 100 anos

By Antonio Nóbrega | 4 maio 2018 | Sem Comentários

Antonio Nóbrega convida músicos a gravarem o clássico Gostosinho para produção de uma grande roda de choro virtual em vídeo. Instrumentistas podem enviar suas participações até 21/07.

 

Instrumentistas interessados em participar da campanha Jacob 100 anos têm até o dia 21/07 para enviar seus vídeos. Em homenagem ao centenário de um dos maiores representantes do Chorinho, Antonio Nóbrega convida músicos do Brasil e do mundo a entrarem nessa roda de choro virtual. A intenção do artista é reunir registros da canção Gostosinho, clássico de Jacob do Bandolim, em um vídeo coletivo. Os participantes devem usar o andamento da base executada pelo pandeirista Léo Rodrigues e pelo violonista Gian Correa e que pode ser visto em: http://bit.ly/Jacob100Anos_Base.

O próprio Nóbrega dá um exemplo: http://bit.ly/Jacob100_Nobrega. O artista ressalta que o projeto está aberto a todos os instrumentistas interessados: “A graça dessa campanha está principalmente em que músicos instrumentistas de todo os lugares, idades e níveis se unam nessa homenagem. Mesmo quem não toca o choro integralmente pode gravar até onde domina e nos enviar o trecho.” A partitura da música está disponível no link: http://bit.ly/Jacob100_Partitura

Nóbrega finaliza ressaltando o espírito coletivo da homenagem: “Penso que esse projeto tem um significado que transcende só a boa execução da música: em tempos de Brasil caótico e triste, que pelo menos nós, os seus artistas, e por intermédio da força simbólica da música, possamos oferecer um sinal de esperança, de espírito de confraternização e de beleza ao combalido povo brasileiro.”

Os vídeos devem ser enviados para oie@agenciafervo.com.br. Saiba mais em: http://bit.ly/Jacob_100.

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Antonio Nóbrega apresenta show comemorativo pela passagem dos 25 anos do Instituto Brincante

By Antonio Nóbrega | 9 novembro 2017 | Sem Comentários

Foto: Sílvia Machado

No aniversário de 25 anos do Instituto Brincante, Antonio Nóbrega homenageia a casa que fundou com Rosane Almeida em um show dentro do projeto Brincante Musical. A promessa é misturar estilos musicais, danças, violinadas, histórias e poemas.

Nóbrega apresenta obras do seu primeiro show, Na Pancada do Ganzá (1996), que fez temporada no Brincante. O disco reúne cantos tradicionais brasileiros e faz referência a Mário de Andrade, que na década de 20 deu esse nome aos registros musicais realizados durante viagens ao Norte e ao Nordeste brasileiro.

O artista também leva ao público algumas canções que irão compor seu próximo trabalho, ainda sem data de lançamento. Edmilson Capelupi, Zezinho Pitoco, Olivinho e Léo Rodrigues acompanham o músico no palco.

LIVRO COM PASSO SINCOPADO

Nóbrega estará no Teatro Brincante novamente no sábado, dia 25, com a aula-espetáculo de apresentação da pesquisa Com Passo Sincopado – Em busca de uma linguagem brasileira de dança. Ele estará acompanhado dos bailarinos Antonio Meira, Alisson Lima e Letícia Doretto. Depois da apresentação haverá um debate com participação do público.

A ideia dos dois eventos também comemora a resistência do Instituto Brincante, que em 2014 foi despejado, mas conseguiu ser instalado em nova sede após a campanha #ficabrincante, com arrecadação de mais de 100 mil reais. Desde então, o Instituto Brincante é considerado patrimônio imaterial pelo Conpresp – (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico), órgão pertencente à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

SOBRE ANTONIO NÓBREGA
Nascido em Recife, começou a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

FICHA TÉCNICA:

Concepção, direção e atuação
Antonio Nóbrega
Direção Musical
Edmilson Capelupi
Músicos
Edmilson Capelupi (violão 7 cordas, viola e cavaquinho)
Leo Rodrigues (pandeiro, percussão e bateria)
Olívio Filho ( acordeão)  
Zé Pitoco (sax alto, clarinete e zabumba)

SERVIÇO
Brincante Musical: 25 anos de Instituto Brincante

Data: 24 de novembro de 2017, sexta-feira
Horário: 21h30
Duração: 75 minutos
Faixa etária: livre
Valor: R$ 40 inteira, R$ 20 meia
Informações: (11) 3816-0575
Ingressos: http://bit.ly/Brincante25ingressos

Aula-espetáculo: “Com Passo Sincopado – Em busca de uma linguagem brasileira de dança”

Data: 25 de novembro de 2017, sábado
Horário: 17h00
Duração: 180 minutos
Faixa etária: livre
Entrada franca: distribuição de senhas com uma hora de antecedência
Informações: (11) 3816-0575

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

f e r v o – comunicação, conteúdo & relacionamento

Nara Lacerda

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55 11 9 9643 3432

Priscila Cotta

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Antonio Nóbrega participa de encontro musical no Sesc Santo André

By Antonio Nóbrega | 13 setembro 2017 | Sem Comentários

Além de Nóbrega, projeto Sacodindo a Poeira reúne Veronica Ferriani, Grupo Papo de Anjo, Toninho Carrasqueira , Proveta, Alessandro Penezzi e Swami Jr.

 

Neste sábado, 16/09, Antonio Nóbrega se apresenta no Sesc Santo André como parte do projeto Sacodindo a Poeira. Ele estará junto com um grupo de artistas ligados pela amizade num encontro musical permeado pela cultura popular brasileira e pelo espírito coletivo.

No palco estarão o clarinetista Nailor Proveta, os violonistas Alessandro Penezzi e Swami Jr, o grupo Papo de Anjo, Veronica Ferriani, Toninho Carrasqueira e Zezinho Pitoco. No repertório dos espetáculos, sob direção de Helton Altman, músicas autorais dos participantes e de compositores como Jacó do Bandolim, Raul Silva, Pixinguinha e Severino Araújo.

 

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: BrincanteSegundas HistóriasO Marco do Meio DiaFiguralNa Pancada do GanzáMadeira Que Cupim Não RóiPernambuco Falando para o MundoLunário PerpétuoNove de FrevereiroNaturalmenteHúmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

 

SERVIÇO

Sacodindo a Poeira no Sesc Santo André

Dia 16/09 (sábado), às 20 horas

Elenco: Veronica Ferriani, Grupo Papo de Anjo, Toninho Carrasqueira , Proveta, Alessandro Penezzi e Swami Jr.

Endereço: R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André – SP (Ver no mapa)

Telefone: (11) 4469-1200





Discografia de Antonio Nóbrega pode ser encontrada na loja Tratore

By Antonio Nóbrega | 6 setembro 2017 | Sem Comentários

Parceria com a maior distribuidora independente do Brasil permite que CDs e DVDs sejam adquiridos pela internet

Os CDs e DVDs lançados pelo artista Antonio Nóbrega nos últimos vinte anos estão disponíveis para compra, em parceria com a Tratore – maior distribuidora independente do Brasil. O relançamento atende a uma demanda do próprio público, que tinha dificuldades em encontrar o material nas grandes lojas. Agora é possível adquirir a discografia de Nóbrega pela internet, a partir do site do próprio artista e da plataforma da distribuidora (links no fim do texto).

Na lista de trabalhos que o público já encontra estão discos emblemáticos para a carreira de Nóbrega, como Na Pancada do Ganzá, de 1996. O CD reúne canções referenciadas nas pesquisas de Mário de Andrade, trabalhos autorais e de outros compositores, numa bela homenagem ao autor de Macunaíma. Lançado no ano seguinte, Madeira que Cupim não Rói também está entre os relançamentos, com uma Coletânea de frevos, cocos, maracatus e peças instrumentais.

Além dos dois primeiros trabalhos, o público é brindado com os CDs Pernambuco Falando para o Mundo (1998), que traz composições de artistas pernambucanos e do próprio Nóbrega. Completam a lista de relançamentos O Marco do meio-dia (2001), que nasceu do espetáculo de mesmo nome; Lunário Perpétuo (2002 – também disponível em DVD), inspirado na obra literária que se tornou referência essencial para poetas populares do Nordeste e a série Nove de Frevereiro (2005 – também disponível em DVD), composta por dois álbuns em homenagem ao frevo.

Todo o material já estava disponível em formato digital lojas online como iTunes e Google Play e serviços de streaming como Spotify e Deezer (links no fim do texto). O relançamento também para compra física reforça o processo de preservação de um trabalho marcado pelo cuidado com as manifestações populares brasileiras, realizado por um artista que se dedica à pesquisa, ao estudo à manutenção dessa cultura.

 

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

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Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

 

SERVIÇO
Para adquirir as obras de Antonio Nóbrega visite:
http://antonionobrega.com.br/site/discografia/
http://bit.ly/DiscografiaNóbrega

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
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Priscila Cotta
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Nara Lacerda
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Manu Leite
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Antonio Nóbrega apresenta homenagem a Ariano Suassuna em São José dos Campos

By Antonio Nóbrega | 6 setembro 2017 | Sem Comentários

Artista é uma das atrações da programação da Festa Literomusical do Parque Vicentina (FLIM). Nóbrega  participa também de uma mesa literária com o escritor Marcelino Freire.

Imagem: Woofler

 

No próximo dia 11/11 (sexta-feira) Antonio Nóbrega estará em São José dos Campos apresentando o espetáculo Um Recital Para Ariano, como parte da programação do Festival Literomusical do Parque Vicentina Aranha (FLIM). Nóbrega leva ao palco toda a diversidade de suas performances em homenagem ao dramaturgo, poeta, romancista, ensaísta e um dos grandes pensadores da sociedade brasileira. A apresentação é composta por romances, poemas, martelos agalopados e toques instrumentais, que de alguma forma estão marcados pela presença da Ariano. Além disso, o artista participará também de uma das mesas literárias da festa, acompanhado do curador da FLIM e escritor, Marcelino Freire

“Já lá se vão mais de quarenta anos desde o momento em que Ariano convidou-me para integrar o Quinteto Armorial. Dessa ocasião até praticamente a sua morte, além da boa convivência e amizade que sempre cuidamos em manter, estabelecemos também um vínculo artístico que se materializou em algumas peças musicais.  Essas músicas foram tanto diretamente referenciadas em suas obras literárias – particularmente na Pedra do Reino – quanto, de modo indireto, inspiradas nas prazerosas conversas que tivemos ao longo dos anos. Não é por outra razão que o espetáculo também se constitui numa espécie de recital sentimental.” Afirma Nóbrega.

Nóbrega realiza uma viagem musical que passa pelos romances A Nau Catarineta, A Filha do Imperador do Brasil, pelas canções O Rei e o Palhaço e Canudos e pelas peças instrumentais Rasga e Ponteio Acutilado. Ele estará acompanhado dos músicos Edmilson Capelupi (violão 7 cordas, viola e cavaquinho), Edson Alves (baixo e violão), Cleber Almeida (pandeiro, percussão e bateria), Olívio Filho (acordeão)  e Zé Pitoco (sax alto, clarinete e zabumba).

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

SOBRE A FLIM

Em sua quarta edição a FLIM, Festa Literomusical do Parque Vicentina Aranha ocorrerá nos dias 15, 16 e 17 de setembro, e segue o seu percurso inicial em realizar uma Festa Literomusical para explorar os desafios do fomento à leitura com a música e a poesia compondo sua programação. Assim como as edições anteriores, a FLIM 2017 contará com três dias de uma intensa e diversificada programação cultural gratuita com mesas literárias onde escritores e especialistas se encontram para debater temas da atualidade sob mediação de um convidado; shows musicais, teatro, atividades lúdicas como caminhadas poéticas e contações de histórias para crianças, lançamento de livros, saraus e oficinas atraem a participação do público juvenil, somando mais de 50 atividades num fim de semana.

Como marca de sua contemporaneidade a FLIM 2017 elege o tema Translinguagens, que representa uma síntese das várias formas da linguagem, atravessando a literatura, se conectando a outros meios de expressão, envolvendo a arte escrita, desenhada, pintada, expressa com tinta, com palavras, com o corpo. A FLIM é democrática com 100% de acesso gratuito às suas atividades e é inclusiva, viabilizando a participação de portadores de deficiência auditiva, visual ou motora. A programação é impressa em braile e todas as mesas de reflexão tem tradução em libras.

 

SERVIÇO

FLIM 2017

Um Recital para Ariano – de Antonio Nóbrega

Data: Sexta-feira – 15/09

Horário: 20h30

Mesa Literária com Marcelino Freire

Data: Sábado – 16/09

Horário: 10h

Local: Parque Vicentina Aranha

Rua Prudente M Moraes, 302 – Vila Adyana (Ver no mapa)

Informações:

https://www.facebook.com/flim.sjc/

ENTRADA FRANCA PARA TODA A PROGRAMAÇÃO

 

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Instituto Brincante, Universidade de Princeton e UFRJ realizam jornada sobre as manifestações populares brasileiras

By Antonio Nóbrega | 17 agosto 2017 | Sem Comentários

Fazer Pensar Brasil reúne pesquisadores das três instituições. Evento está marcado para 25/08.

Estudiosos de diferentes partes do Brasil se reúnem no dia 25 de agosto no Teatro Brincante para a jornada Fazer Pensar Brasil. Com uma série de palestras e rodas de conversas, a iniciativa é uma parceria entre o Instituto Brincante, a Universidade de Princeton e a Universidade Federal do Rio de Janeiro. A discussão gira em torno das manifestações chamadas de populares, a partir de experiências e disciplinas diversas.

O tema ganha sentido especial na atualidade e proporciona a amplitude necessária para o debate. Afinal, os valores, conteúdos e formas do que se identifica como popular podem ser ressignificados e terem papel e função social no mundo em que vivemos? Na encruzilhada histórica por que passamos, trata-se de pensar coletivamente uma questão já velha, mas que nos pede novas configurações: podemos ser modernos e “populares” ao mesmo tempo?

A lista de palestrantes inclui Pedro Meira Monteiro, Antonio Nóbrega, Ricardo Teperman, Paulo Iumatti, Lilia Schwarcz, José Miguel Wisnik, Heloisa Buarque de Hollanda, Lira Neto, Rosane Almeida, Maurício Hoelz, Paulo Dias, André Botelho e André Ricardo Heráclio do Rêgo.

 

Programação:

9h30 – 11h30 – mesa 1: Desafios e missões: o mundo além da escrita (mediação: Antonio Nóbrega)
Pedro Meira Monteiro
André Botelho
Maurício Hoelz
Lilia Moritz Schwarcz

11h50 – 12h30 – Atividade com Rosane Almeida

14h00 – 16h – Mesa 2: Escuta e política nos Brasis (mediação: Pedro Meira Monteiro)
Heloísa Buarque de Hollanda 
Ricardo Teperman 
José Miguel Wisnik 
André Ricardo Heráclio do Rêgo

16h20 – 18h20 – Mesa 3: Batuque, samba e poesia (mediação: André Botelho)
Antonio Nóbrega 
Paulo Teixeira Iumatti 
Paulo Dias 
Lira Neto

18h20 – 19h – Encerramento
Antonio Nóbrega 
André Botelho
Pedro Meira Monteiro

 

Palestras

“Questão de mais-Brasil menos-Brasil”: brasilidade além do nacionalismo em Mário de Andrade
André Botelho
Brasilidade, identidade nacional e nacionalismo não são termos intercambiáveis no léxico de Mário de Andrade, e talvez também noutros autores modernistas. São categorias sem dúvida relacionais, pois ganham significados uma em relação às outras, mas não são exatamente equivalentes. Podem, antes, assumir não apenas significados diferentes, como sentidos distintos no próprio interior do projeto modernista de Mário e em relação às diferentes conjunturas do seu contexto social e intelectual. Buscar distinguir essas categorias e qualificá-las do ponto de vista do autor constitui tarefa premente e tão mais importante à medida que se trata de restituir a complexidade própria da obra de Mário de Andrade, e de seu contexto original, ambos extremamente disciplinados pela rotinização de paradigmas normativos e teleológicos voltados à discussão da formação da identidade nacional e do nacionalismo cultural no Brasil moderno. A restituição da complexidade dessas categorias e de seu inter-relacionamento mais dinâmico e contingente é, ademais, condição para que se possa divisar outros sentidos mais contemporâneos na obra de Mário de Andrade. Nesta apresentação, permanecerei nos limites dos prefácios não publicados de Macunaíma e no diálogo epistolar com Alceu Amoroso Lima em torno deles, bem como na crítica pioneira que este publicou, inclusive pelo seu papel decisivo nos termos da recepção que o principal livro do autor acabaria conhecendo, tão importante para os problemas de que então nos ocupamos.  

O sertão no imaginário brasileiro
André Ricardo Heráclio do Rêgo
Trata-se de fazer um breve apanhado da ideia, da representação dos sertões ao longo da história, do século XV até hoje, sobretudo no que se refere ao imaginário brasileiro, mas sem esquecer o português e o africano. A ideia de sertões é essencial na discussão da identidade nacional (se é que podemos ainda utilizar esse termo num contexto tão multicultural quanto o nosso), e ela tem uma de suas mais fortes expressões e repercussões justamente no mundo da cultura popular (se é que podemos ainda utilizar esse termo…). Mas não só: ela repercute fortemente na cultura dita erudita, seja na área de ficção, seja na na ensaística, seja na música, seja na literatura, seja na história, seja na geografia. O fio condutor, ou o fio da meada, quem o dará, como não poderia deixar de ser, serão Ariano Suassuna e João  Guimarães Rosa, sobretudo este último, quando ele disse:  “Sendo o sertão assim – que não se podia conhecer, indo e vindo enorme, sem começo, feito um soturno mar, mas que punha à praia o condão de inesperadas coisas”; “Quase todo o mundo tinha medo do sertão, sem saberem nem o que o sertão é”.

Uma poética para o Brasil
Antonio Nóbrega
Por onde conversam e ainda mais poderiam conversar os Brasis.

Fracassos e escuta na Universidade das Quebradas
Heloisa Buarque de Hollanda
Nesta apresentação, vou me permitir falar em primeira pessoa. Não definiria esta opção como um testemunho, mas como um relato simples dos impasses epistemológicos e da procura de uma perspectiva de intervenção, enquanto intelectual ligada à universidade pública, cuja trajetória profissional é inaugurada no espanto da descoberta e na escuta do outro. Hoje a tradução cultural, a alteridade, a diferença, enfim o encontro, ou mesmo embate, com o outro são questões que povoam nossas preocupações teóricas e políticas, sem dúvida, urgentes neste momento de crescentes e implacáveis xenofobias e intolerâncias. É desse ponto de vista que apresentarei o Laboratório de Tecnologias Sociais, chamado Universidade das Quebradas, criado em 2009, na UFRJ. A missão deste laboratório é a de articular professores, pesquisadores e alunos da universidade com os intelectuais, artistas, ativistas e produtores culturais das periferias, já com um trabalho relativamente consolidado, e experimentar formas de produção de conhecimento compartilhada. O encontro de saberes de pesos e níveis de legitimação diferenciados traz, de início, medo e perplexidade. As diferenças tornam-se mais contrastadas e o não reconhecimento deste percalço é fatal. Os repertórios acadêmicos diante do saber vernacular ou popular comportam-se mal. Ou os atores acadêmicos facilitam seu conhecimento subestimando a capacidade de escuta dos atores periféricos, ou supervalorizam a produção das periferias, considerada mais forte porque vem da “experiência verdadeira”, ante a uma possível carência de informação ou conhecimento empírico dos processos expressos na produção científica lato sensu. Por outro lado, os atores das periferias se intimidam, de forma surpreendente e mesmo inesperada, ao se conectarem com este novo território. Difícil evitar armadilhas. A tradução cultural é falha em ambos os casos. O compromisso com o exercício de uma escuta forte parece uma saída razoável.  

A influência deletéria do urbanismo
José Miguel Wisnik
Se Mário de Andrade resguarda a música popular autêntica, a certa altura do Ensaio sobre a música brasileira, da “influência deletéria do urbanismo”, isto é, do mercado e da influência estrangeira, colocam-se algumas questões difíceis sobre a natureza do popular. Será este, necessariamente, a manifestação de comunidades rurais, de caráter anônimo e coletivo, manifestado epifanicamente, em certos momentos, por indivíduos que carregam em si o grupo, ao serem carregados por ele? Qual seria então o lugar do popular na música popular urbana que floresceu com o mercado industrial de canções gravadas? É notável, a esse respeito, que Mário não tenha voltado a sua atenção, em nenhum momento, para seu contemporâneo Noel Rosa, embora acompanhasse com atenção os lançamentos de música popular gravada. Vai nessa omissão sintomática uma forma mental, de fundo estético (os românticos alemães) e religioso (a aura popular como sendo o espírito de um mundo sem espírito no raiar da universalização da mercadoria). Embora o tempo seja curto para isso, interessaria perseguir sinais dessa questão filosófico-religiosa (e política) nas fagulhas de um atrito entre Ariano Suassuna e Caetano Veloso.

Lima Barreto e seus subúrbios
Lilia Schwarcz
Pode-se dizer que Lima Barreto escreveu uma literatura em trânsito. Ele tomava todos os dias o trem da central e da sua janela observava arquiteturas, personagens, tipos e passageiros. O afeto que guardava por seus subúrbios, diante das práticas populares que via, era imenso. Afeto como identificação e mudança diante do que se observava.

A gênese do samba: entre a festa e a agonia 
Lira Neto
Como o moderno samba urbano, criação coletiva nascida em meio aos espaços de comunidades negras na virada do século XIX para o século XX, praticado nos fundos dos quintais pobres e alheio aos modernos conceitos de autoria, passou à condição de um dos símbolos máximos de uma suposta “identidade nacional”?

Na pancada do ganzá: um livro de amor inacabado
Maurício Hoelz
A primeira linha do prefácio do inacabado Na pancada do ganzá, de Mário de Andrade – cujo subtítulo é “Subsídios para conhecimento da vida popular brasileira, especialmente do Nordeste” –, afirma ser esse não um livro de ciência, mas um “livro de amor”. Nele, está em jogo compreender a cultura popular por meio da empatia (“Ouvi o povo, aceitei o povo”), substituindo o discurso sobre ela por um diálogo com ela que pudesse levar ao reconhecimento dos seus portadores sociais em sua dignidade e alteridade plenas – sem recair numa visão fetichizada e triunfalista da autenticidade popular -, e a formas mais descentradas, plurais e inclusivas de identidades coletivas. Nesse gesto de abertura para a diferença (“um ato de amor”) residiria a potência democrática de transformação das relações sociais pelo exercício da solidariedade, que tem no diálogo a forma mais absoluta de conhecimento da alteridade étnica e cultural. Nas suas próprias palavras, no prefácio: “Do fundo das imperfeições de tudo quanto o povo faz, vem uma força, uma necessidade que, em arte, equivale ao que é a fé em religião. Isso é que pode mudar o pouso das montanhas”.

A fumaça que sobe dos nossos quintais
Paulo Dias
Sugestionado pela frase acima, tirada de um jongo do compositor paulistano Daniel Reverendo, pretendo conversar sobre os batuques de terreiro do sudeste, sua ancestralidade e atualidade, no retraçar permanente das conexões simbólicas e sociais dos grupos celebrantes.

Utopia e absurdo no Brasil contemporâneo: reflexões a partir dos folhetos de cordel
Paulo Teixeira Iumatti
O gênero cordelístico do Marco atualiza o antigo paradigma da poesia como monumento perene, baseando-se na afirmação desafiadora de uma excelência poética insuperável. Surgido no âmbito da cantoria no século XIX, e transposto para a escrita dos folhetos de cordel, ele parece constituir em si mesmo um paradoxo, podendo ser visto, também, como instrumento de disputas envolvendo a reiteração ou a contestação de um lugar subordinado (social, racial, simbólico). Apresentando-se como um intrincado enigma, o Marco foi utilizado e resignificado por cantadores, poetas e intelectuais ao longo do século XX, oscilando entre os registros do utópico e do absurdo. Em nossa comunicação, discutiremos sentidos e apropriações do Marco em diferentes contextos, e suas possíveis derivações para a compreensão dos dilemas do país no mundo contemporâneo.

“Não é pra ouvir, é pra gente se deixar ouvir”: a liturgia do canto, de Mário de Andrade a Alfredo Bosi
Pedro Meira Monteiro
Entre o transe místico e o êxtase coletivo desenrolam-se algumas das práticas tidas por populares, fundando aquilo que, de Mário de Andrade a Alfredo Bosi, identifica-se a uma liturgia da comunidade. Tal serviço, entoado pelo povo, coloca a comunidade diante de seu sentido transcendente, a um só tempo distante e próximo, mas feito tangível pelo canto. A pergunta que nos guia, neste caso, recai sobre o papel do indivíduo na revelação dos impulsos e da verdade do grupo. Quem é aquela pessoa que, de repente, parece carregar a voz da comunidade e é por ela carregada?

Paratodos, para os pobres, pra ninguém
Ricardo Teperman
A ideia do “fim da canção” diagnostica o esgotamento do grande projeto modernista de construção de uma cultura brasileira “para todos”, que orientou a bossa-nova, o tropicalismo e boa parte dos vários desdobramentos da MPB a partir dos anos 1970. O rap apresentado pelos Racionais MCs na virada dos anos 1990 representou uma grande novidade na medida em que era feito dos “pobres para os pobres” , desprezando tanto a ideia de povo por trás da letra P, de popular, como a ideia de nação encerrada no B de Brasil. Ao anunciarem a “reforma agrária na música popular brasileira”, adotando procedimentos estéticos e mercadológicos consagrados na tradição hegemônica da MPB, Emicida e Criolo propõem incluir a navalha de Mano Brown no prestigioso retrato feito pela rolleyflex de Caetano e Chico. É um gesto que tem lhes garantido enorme aceitação de público e crítica, mas que também tem decorrências cujo impacto ainda está por ser avaliado – entre os riscos que correm estão notadamente a diluição da verve crítica e a relativa perda de capacidade de representação das camadas mais pobres e marginalizadas.

Atividade com Rosane Almeida
Nossa Ciranda
Iremos dançar uma boa e velha ciranda.
Vamos usar esse momento para descansar a cabeça e deixar o corpo encontrar seus caminhos e nos levar para um novo ambiente físico e sonoro.
Vamos aproveitar  alguns princípios recorrentes das manifestações populares para construir a nossa ciranda.

 

SERVIÇO
Fazer Pensar Brasil
25/08 das 9h às 19h 
Instituto Brincante
ENTRADA FRANCA
Sujeito à Lotação
Pré-inscrição: http://bit.ly/FazerPensarBrasil
Informações: http://bit.ly/FazerPensarBrasil_Eevento
Mediação: Antonio Nóbrega (Instituto Brincante), Pedro Meira Monteiro (Princeton) e André Botelho (UFRJ) 
Realização: Instituto Brincante, Princeton University e UFRJ
Produção Geral: Silas Redondo

 

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Antonio Nóbrega leva Semba ao Sesc Santos

By Antonio Nóbrega | 3 fevereiro 2017 | Sem Comentários

Viagem pela história do samba vai dos batuques tradicionais aos formatos atuais de um dos ritmos que mais representa o país

Foto: Sílvia Machado

 

Antonio Nóbrega se apresenta no Sesc Santos no próximo dia 09/02 (quinta-feira) com o show Semba, que leva ao palco as diversas manifestações do samba. O ritmo, um dos grandes símbolos brasileiros, nasceu a partir de uma série de tradições populares que em comum tinham a presença dos batuques. Jongo, Coco, Tambor de Crioula e diversos outros fazem parte de uma história responsável pela afirmação do ritmo como uma espécie de tradução do Brasil.

Em Semba Nóbrega propõe uma viagem pelo universo de formação do samba, suas formas primordiais, os batuques regionais e os formatos criados a partir do estabelecimento do ritmo. Tudo permeado por uma riqueza cênica que procura engrandecer o gênero. Acompanhado de músicos e bailarinos, o artista explora os diversos sentidos da palavra samba: dança, festa, brincadeira, cantoria e música.

O título do espetáculo se refere à palavra banto que quer dizer umbigada. os grandes nomes do samba são relembrados, num apresentação que reúne repertórios clássicos de Noel Rosa,  Geraldo Pereira, Ismael Silva, Caymmi, Paulinho da Viola e Chico Buarque. O show no Sesc Santos abre a edição 2017 da Mostra de Arte Popular Maracatu Quiloa.

 

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

 

SERVIÇO

Abertura da mostra de arte popular Maracatu Quiloa

Show Semba de Antonio Nóbrega

Local: Sesc Santos – Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida (ver no mapa)

Data: 09/02

Horário: 21h

Classificação indicativa: livre

Entrada Franca – retirada de ingressos a partir das 10h do dia do espetáculo. Limite de quatro ingressos por pessoa.  

Informações: http://bit.ly/2jJuVPJ

 

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Antonio Nóbrega ministra oficina sobre criação em poesia popular brasileira

By Antonio Nóbrega | 16 janeiro 2017 | Sem Comentários

Curso Na Rima é uma das novidades do Instituto Brincante para 2017   espaço completa 25 anos em nova sede, construída com apoio de financiamento coletivo

Foto: Silvia Machado

O Instituto Brincante  está com matrículas abertas para a grade de cursos de 2017 e entre as novidades está a oficina Na Rima, ministrada por Antonio Nóbrega. No curso, o artista apresenta as diversas possibilidades e a trajetória de formação da poesia popular brasileira.

Nóbrega pretende desenvolver e incentivar a prática da criação em poesia com fins artísticos e educativos. As manifestações da cultura popular brasileira e a linguagem lúdica são usadas como base para a criação. Os participantes terão a oportunidade de entrar em contato com processos para melodizar versos, escrever cordeis, improvisar emboladas, repentes em quadras, sextilhas, décimas e galopes.

O conceito da oficina passa pela circulação e fruição da poesia popular brasileira. Nóbrega trabalha as variadas formas e modalidades dessa linguagem, tanto no campo teórico quanto na prática, com foco na poesia escrita e na improvisada. Com isso, além de conhecer e praticar técnicas de improvisação poética, os estudantes terão a possibilidade de desenvolver a memória poética e rítmica, praticar processos de memorização e cognição via poesia e explorar a natureza da língua portuguesa.

SOBRE ANTONIO NÓBREGA

Nascido em Recife, começou a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do Estado de São Paulo.

Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.

PROGRAMAÇÃO 2017: INSTITUTO BRINCANTE

A partir do dia 16 de janeiro, estarão abertas as matrículas para os cursos de 2017 do Instituto Brincante. Em nova sede no número 412 da mesma rua Purpurina, na Vila Madalena, o teatro-escola se prepara para comemorar 25 anos e reforça a vocação para a valorização da cultura brasileira em geral e a popular em particular.

Os cursos do Brincante contemplam quatro campos artístico-culturais: Dança, Música, Arte-educação e Literatura Brasileira (poesia popular). Para 2017, permanecem as atividades habituais da casa como Danças Populares Brasileiras, Danças Afro-brasileiras, Frevo e Capoeira, Pandeiro, Percussão Brasileira, Música Corporal, Histórias de Boca, Brincante para Educadores e Brincantinho. Há também novidades: Na Rima – Criação em poesia popular, ministrada por Antonio Nóbrega, Improvisação em Dança Brasileira, com Maria Eugenia Almeida, Tambores de Mão, com Matheus Prado, Formação de Novos Brincantes (duração de dois anos), com Antonio Meira e Matheus Prado e Estudos da Cultura e Música Tradicional da Infância, com Lucilene Silva.

Ao longo das mais de duas décadas de atuação, o Brincante tornou-se referência na formação de arte-educadores. Com tradição em cursos que têm como base a pesquisa aprofundada, o instituto tem tido  um papel relevante na capacitação de profissionais que buscam assimilar novos repertórios de material simbólico – cantos, danças, brincadeiras, etc. – e processos educativos filtrados do mundo popular.

Além de atrair profissionais da educação, o espaço é dedicado a  artistas e interessados em conhecer e praticar as mais diversas manifestações populares brasileiras no campo da dança, da música, da literatura, entre outras. A ampliação da consciência cultural e social define a missão do Brincante e coloca os participantes frente a uma renovada de interpretação do cotidiano.

SERVIÇO:

Na Rima – Oficina de Poesia Popular Brasileira

Data: 06/03 à 26/06 (16 encontros, às segundas-feiras)

Horário: das 19h30 às 22h

Período total de horas-aula: 40

Instituto Brincante – matrículas para cursos 2017

De 16 a 20/01/2017 a taxa de matrícula estará com 50% de desconto

Instruções para matrículas online: http://www.institutobrincante.org.br/

Dúvidas: contato@institutobrincante.org.br ou (11) 3816-0575

Matrículas presenciais:

Rua Purpurina, 412 – Vila Madalena – São Paulo | 05435-030 – SP

Horário de Atendimento: segunda a sexta, das 9h às 13h e das 14h às 18h

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